O ano começou sem muitas expectativas positivas. A economia muito instável fez com que todos os consumidores segurassem um pouco a ansiedade e comprassem menos. Vimos oscilações consideráveis dos indicadores o oque deixou todos os comerciantes tensos. Mas, essa oscilação foi algo passageiro, agora chegamos a metade do ano e já podemos dizer a economia nos mostra um horizonte bem atrativo.

Nesta segunda feira li o sobre uma matéria onde o Banco Central divulgou que a economia brasileira cresceu 1% no primeiro trimestre e o mercado financeiro melhorou a previsão para a alta do PIB em 2017, para 0,5%, de acordo com o boletim Focus.

Esta não foi a única boa notícia, o mercado também voltou a reduzir a previsão para a inflação em 2017, de 3,95% para 3,90%. Já sobre a SELIC, os especialistas mantem sua previsão pela oitava semana seguida, de que a taxa básica de juros, chegará no final do ano em 8,5%.

Outro ponto a ser considerado são os saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Estes valores tem uma importância considerável para a melhora da economia. Estes valores provocaram, no mês de março, um impacto positivo de R$ 2,65 bilhões nas vendas do comércio varejista brasileiro, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Quando analisamos detalhadamente quais a áreas de maior investimento estão vestuário e calçados (R$ 1,19 bilhão), materiais de construção (R$ 594,4 milhões), móveis e eletrodomésticos (R$ 530,2 milhões) e farmácias, perfumarias e cosméticos (R$ 337 milhões). De todo valor sacado pelos trabalhadores, 48% dos R$ 5,5 bilhões

O valor movimentado pelos quatro segmentos corresponde a que foram sacados em março, a 6,2% das vendas mensais desses segmentos e a mais da metade (54%) do faturamento auferido por esses setores em apenas um dia de vendas.

Mas não é só o setor de alimentos e vestuário que aumentou as vendas, a demanda por veículos novos continua crescendo gradualmente. A venda de automóveis, caminhões e ônibus aumentou 16,7% em maio, comparando com o mês passado, com um total de 195,5 mil unidades.

Para resumir, os números são todos positivos:

• PIB: subiu de 0,49% para 0,50%;
• Inflação: caiu de 3,95% para 3,90%;
• Taxa de juros: foi mantida em 8,5% ao ano;

Agora é trabalharmos para manter este cenário cada dia mais positivo, é torcermos para que todos façam como nós e acreditarmos que 2017 fechará muito mais positivo na economia!